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Earnings call · FY2026 Q2
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Oi, pessoal, eu sou a Rafa Vitória, aqui do Inter, e eu gostaria de dar as boas-vindas a todos vocês aqui nessa chamada. Primeiro, algumas instruções. Essa chamada também está disponível em português. Para acessar, é só acessar o Globo e selecionar o canal português. Por favor, todos os participantes vão estar só ouvindo, e essa conferência está sendo gravada. Vocês podem enviar perguntas a qualquer momento usando a caixinha de Q&A e depois vocês vão poder assistir isso tudo no website IR. Hoje a gente tem João Vitor Menin, Alexandre Rício e Santiago Stel. Para começar com o panorama geral do CEO, por favor, João. Obrigado, Rafa. Obrigado a todos por estarem aqui com a gente, discutindo os resultados do segundo trimestre. Eu gostaria de começar com algo que é muito significativo para a gente. Em maio do nosso Honors Day, a gente falou sobre a regra de 50, que é o nosso plano a longo prazo. Isso prova que é uma combinação para a gente encontrar a lucratividade. E a gente está aqui há um trimestre depois de anunciar o plano e a gente já tem aqui esse resultado. 32% de crescimento, o ROE 16, então a gente já está executando o plano. A regra de 50 não é por si só funcionando, mas ela vem depois do nosso estrela-guia, que era o 60-30-30. A gente tem 30% de eficiência e, Roy, esse é o nosso norte ainda, orientando tudo o que a gente faz. A gente tem alto crescimento e execução consistente, com o apoio de um trabalho muito sólido. Mas isso não acontece por acidente, isso só é possível porque a gente tem o inter-by-design, essa abordagem que combina três pilares, crescimento de receita bruta, sustentável, capacidade de distribuição escalável e eficiência de custo única. E tudo isso gera o resultado que vocês estão vendo nos nossos números. A gente triplicou o crescimento de receita enquanto a gente dobrou os nossos clientes. Então, a gente também tem mais clientes mais engajados. A gente está fazendo tudo isso ao mesmo tempo que a gente aumenta a nossa eficiência em 32% e expandindo o ROE em 18 pontos. Está tudo indo na mesma direção ao mesmo tempo. Crescimento e lucratividade. É isso que o Inter by Design entrega. E quando a gente vai com força total, o resultado natural é que isso é visto em todos os produtos e segmentos. E é isso que eu quero mostrar a seguir. Mais clientes trazem mais transações, mais transações trazem mais dados, melhores dados geram melhores produtos e transações mais inteligentes e isso atrai ainda mais clientes e esse ciclo virtuoso continua. E é isso que a gente quer fazer aqui no Inter. E é isso que torna isso muito poderoso, esse ciclo virtuoso, é a quantidade de produtos que a gente oferece, então mais pontos a gente faz gerando, e então mais rapidamente tudo isso acontece. Se você olhar para o PIX, cartões de crédito, investimentos ou home equity, os nossos números de mercado estão sempre subindo mais rápido do que a maior parte dos players no Brasil. A gente não está apenas crescendo, mas está crescendo em todos os segmentos ao mesmo tempo, mas com disciplina. Essa é a força do nosso ecossistema e só está ficando ainda mais forte. Esse ciclo virtuoso não guia só como a gente cresce, mas também onde a gente cresce. E a oportunidade à nossa frente é maior do que nunca, porque a gente está ativamente, profundamente falando com o mercado. A nossa base está sólida e isso foi uma escolha deliberada. Imobiliário, Home Equity, 82% dos créditos pessoais com garantia ainda estão concentrados nos top 5 players e isso é incrível. A gente penetrou o mercado e a gente tem a distribuição, a experiência de produto, os dados e a estrutura de custos para continuar ganhando espaço no mercado. Mas a gente não vai parar por aí. A gente está expandindo para sem garantia também e a gente está fazendo isso de maneira cuidadosa, com disciplina e os resultados já estão aparecendo. Pela primeira vez, a gente ultrapassou 2% do mercado com crédito, cartão de crédito no Brasil. A gente nunca foi tão lucrativo nesse produto quanto a gente é hoje. Resumindo, crédito com garantia ainda é a nossa base, tem retorno estável, resiliência através de ciclos de crédito diferentes e, além disso, A gente tem cartão de crédito, PIX e tudo isso está aumentando a nossa principalidade. A gente está agarrando essa oportunidade com os dois e tudo isso dá para a gente a confiança para continuar crescendo a 30% ou mais anualmente no futuro. Como vocês podem ver na página 9, eu gostaria de destacar três pontos muito importantes para a gente. Primeiro, ganhando escala. Pela primeira vez, a gente chegou a mais de 100 bilhões de reais em ativos totais. Segundo, expandindo margens. Pela primeira vez, a gente chegou a um NIM de dois dígitos. Terceiro, criando valor. Pela primeira vez, a gente ultrapassou a neutralidade de capital, o que significa que o nosso negócio agora gera mais capital do que ele consome para crescer, e de uma maneira rápida, mesmo com a celeridade do crescimento. E não são só milestones, eles são provas de que a gente está crescendo, construindo com disciplina, consistência e ambição e entregando resultados reais para os nossos acionistas. Agora, Shandi e Santi vão trazer essa história com todos os números por trás. Shandi vai orientar vocês e falar sobre os updates dos negócios e Santi vai falar sobre a parte financeira em detalhe. Shandi, por favor. Obrigado, João, e obrigado. Bom dia para todo mundo. Agora, a gente vai chegar nos resultados operacionais do segundo trimestre. A gente chegou a 45,3 milhões de clientes e, nos últimos meses, 3,7 a mais milhões. Mas o tamanho da nossa base não é a história principal, a qualidade é, a gente tem sido, a gente define bem o que a gente quer fazer, como a gente quer crescer, priorizando clientes e a gente significa que a gente tem mais foco no crescimento Arpac e tem uma base mais sólida e rentável. E isso está sendo visto e refletido nos nossos números. Nossas novas safras estão começando com um ARPAC inicial de aproximadamente R$ 10,00 a mais do que outras safras. Um impulsionador-chave é a penetração de crédito. Conforme os clientes aprofundam a relação com o Inter e adotam produtos de crédito, a monetização aumenta significativamente. O crédito consignado privado é um exemplo ótimo disso e eu vou explicar mais depois. A gente também vê prova de engajamento nos clientes de maneira geral. A gente subiu dos R$ 18 milhões de um ano atrás e os clientes não estão só ativos, mas eles são muito engajados. E esse engajamento está diretamente sendo refletido como monetização enquanto a gente desmantém o custo de serviço. Então, a gente está estável e essa diferença é o que aumenta a margem. E os resultados estão falando por si só. Essa margem chegou no melhor nível de todos os dias da nossa história. Melhores clientes, uma relação mais profunda. uma penetração de crédito mais profunda, e isso aumenta a cada trimestre. Esse engajamento que a gente mencionou também está refletido em volume de transações. A gente chegou a 1,8 trilhões, o TPV está crescendo mais rápido do que a nossa base de clientes, o que é prova dessa relação mais profunda. Os números de mercado contam essa história. Agora, a gente tem aproximadamente 9% de todas as transações de PIX do Brasil. E a gente ainda está expandindo, crescendo em 31 pontos de base no ano passado, comparado ao ano passado. Segundo, pela primeira vez, a gente chegou a 2% de mercado com esse crescimento de TPV. Nossas novas safras estão começando, estão em um nível de engajamento maior do que nunca. O ciclo virtuoso não está só funcionando, mas está acelerando. E agora eu quero entrar em dois dos nossos produtos de crédito principais, cartões de crédito e consignado privado. O Santi vai falar sobre essa performance aprofundadamente depois, mas eu quero falar sobre a visão estratégica dos dois. Começando com cartões de crédito e a estratégia de reshaping, A base é simples. Mudar o portfólio para coisas que têm mais juros, melhor monetização, traz mais receita. E isso está crescendo como parte do todo e agora a gente está em 26% basicamente da nossa carteira de crédito. a receita de juros cresceu 64% ao ano e agora está crescendo mais rápido do que provisões e isso vem com mais provisões isso é esperado, mas a receita está maior do que os custos e as margens estão expandindo a gente vai manter a nossa disciplina nessa estratégia com o balanço correto, com os clientes corretos no momento certo. Agora eu vou falar sobre consignado privado. A gente mantém a nossa segurança na plataforma e isso está gerando bastante crescimento, está chegando, escalando na nossa distribuição e é eficiente para continuar servindo. É exatamente esse tipo de produto que a gente quer. No segundo trimestre, a gente passou de 600 mil clientes com esse tipo de consignado, tem um ARPAC 3,7 vezes maior do que a média, o que fala que isso é um produto eficaz, que acelera o nosso crescimento. A gente está gerenciando tudo isso com muita disciplina, mas a gente acredita que o produto só vai melhorar como o Dataprev, conforme ele traz automações, a gente está crescendo e a gente acredita que está fazendo isso na velocidade certa com um portfólio que é saudável e rentável no longo prazo. E isso vai fortalecer a principalidade. O próximo passo já está vindo. O seguro é lançado em agosto. A gente acha que isso vai ser uma melhora significativa na performance geral. Agora eu vou falar sobre contas PJ, que são uma oportunidade significativa que a gente tem. A gente chegou a 2,9 milhões de clientes PJ, crescendo mais de 24% anualmente. Os clientes PJ, essas contas, geram 2,8 vezes o ARPAC, mais do que o cliente médio. A gente está fazendo pagamentos, investimentos, adquirência e crédito. O invoice eletrônico, nota fiscal, como a gente fala, duplicata escritoral, vai ser lançada pelo Banco Central, está sendo testada e, uma vez em curso, vai aumentar o nosso ARPAC e virar crescimento. Quanto mais produtos um cliente PJ usa, mais eles consolidam as transações financeiras no Inter. É o mesmo ciclo virtuoso que a gente vê com as pessoas físicas e agora com as pessoas jurídicas. Agora eu vou para outra dimensão importante dos negócios, que é receita de serviço. Crédito é muito poderoso, mas o que torna o Inter único é que a gente tem sete verticais que se complementam e juntos geram uma receita de serviços que é diversificada e resiliente. A gente tem dois motores que alavancam o crescimento. Do lado de comissões, a gente está lançando planos de assinatura, dando para os clientes a oportunidade de fazer um upgrade para o One Prime e Wind, segmentos e mais benefícios. A gente também está expandindo assessoria para clientes de alta renda nos investimentos e também acabamos de lançar Inter Ads, uma nova camada de monetização no nosso app com muito potencial. Com relação a crédito, o intercâmbio está acelerando conforme o TPV passa do 2% no mercado e continua ultrapassando débitos. Resumindo, a gente aumenta a empresa e aumenta a maturidade também para os nossos clientes. E também consignados privados e seguros, vai trazer um mínimo para uns produtos que já é rentável, do lado do crédito. Isso não são só planos, são iniciativas que já estão em curso e juntos vão trazer receita de serviços. O motivo para a gente estar confiante nesse crescimento não é só por causa das iniciativas que eu descrevi, mas pelo poder de distribuição por trás deles. Conforme foi visto nesse slide, múltiplos produtos nas nossas verticais já ultrapassaram o marco de um milhão de clientes ativos. Mas o que ainda é mais impressionante é a velocidade. Cada produto novo está alcançando esse marco ainda mais rápido do que o anterior. As curvas estão ficando mais acentuadas. E isso é o que a distribuição em escala significa. Quando você tem 26 milhões de clientes ativos que entram 2 milhões de vezes por dia, a gente não está começando do zero. Tudo isso é trazer uma nova solução para um dos ecossistemas mais financiamente engajados do Brasil. Os clientes estão prontos para adotar isso e estão fazendo isso cada vez mais rápido. Esse é o poder da junção de tudo isso, do nosso ciclo virtuoso, e traz a confiança de que as iniciativas de serviços que eu descrevi vão ganhar atração rapidamente. Com isso, agora eu vou passar para o Santi, para a performance financeira. Santi, por favor. Obrigado, Shandi, bom dia a todo mundo. Agora falando sobre a performance do trimestre. Aqui, a gente pode ver diretamente isso, com a receita crescendo em 32% anualmente. E isso é exatamente o que a gente vê na prática. O que eu acho ainda mais instigante é a consistência por trás de tudo isso. Por oito trimestres consecutivos, o NII está crescendo cerca de 40% a oito trimestres. Esse é o resultado de intencionalidade. Um portfólio que continua crescendo, o Inter continua expandindo, consignado privado ganhando tração, como o Xande falou, e um portfólio, tudo o que está fazendo esse reshaping, com base nos balanços anuais. Receita de serviços também teve um trimestre forte, e como o Xande relatou, a gente vai acelerar esse crescimento daqui adiante. O resultado é a base de receitas, que é diversificada, resiliente e estruturada para continuar crescendo a cada impulsionamento. E essa consistência que a gente viu no NII tem um impulsionador direto, que é o NIN. Nesse trimestre, o NIN chegou a 10,1%, o nível mais alto que a gente já atingiu. A gente ultrapassou os duplos dígitos, e isso é um marco muito importante. Três fatores levaram a essa expansão. Primeiro, é estrutural e contínuo a cada trimestre. Essa é a disciplina de alocação de capital. Segundo, hiperpersonalização da abordagem com base nos clientes. Do lado dos ativos, a gente tem PIX, crédito e crédito consignado privado. Isso não é um ajuste único, é uma estratégia ativa, contínua, que vai continuar suportando o crescimento de NIM. Como a gente falou, no primeiro trimestre a gente espera que a gente vai passar por tudo isso. A tendência apoia todo esse impacto. Agora eu quero falar sobre um ponto que não é muito visto. Desde o anúncio do 60, 30, 30, a gente expandiu de 30% a 10,1%. A nossa estrutura de capital também mudou significativamente com o alambancamento, chegando a 9,7 vezes. Quando você normaliza isso e tem constância através do tempo, a gente chega a uma expansão real de mais ou menos 50%, o que prova que tem profundidade. Juntando tudo isso, os resultados refletem a disciplina, a alocação dos nossos produtos ou do nosso banking. e tudo isso está em prática e essa alocação de capital está sendo vista a longo prazo nosso portfólio expandido de longo prazo cresceu e aí você vai poder ver que a gente introduziu um novo conceito que é a carteira de crédito expandida que agora tem FEDICS, DEBENCHERS e outros instrumentos a gente está trazendo isso para as métricas porque um dos impulsionadores de ROI fazem parte dessa regra de 50. A gente se pergunta, colocar o capital aqui é bom para os negócios? A gente acha que a resposta é sim. E isso está sendo colocado para crédito, gerando fortes retornos que depois vão ser reinvestidos nos negócios. A gente espera que o negócio continue crescendo. Aqui no portfólio, cada linha está fazendo sua parte. Com cartão de crédito, a estratégia de reshaping continua forte, com receita de juros crescendo 64% anualmente. Mobiliários privados também continuam bem. Não é um trimestre sozinho, mas essa composição, essa junção de todos os trimestres. E um número junta tudo isso. Crédito por cliente ativo. A penetração de crédito, um dos pilares da nossa execução da regra de 50, não é uma ambição futura, é uma realidade que continua acontecendo e sendo impulsionada. E isso tudo que permite que a gente cresça sem concentrar riscos com receita, NIM e crescimento a longo prazo, todos na mesma direção, com intenção. Qualidade de crédito sólida. A gente tem aqui esse slide mostrando isso. Antes de ir para os números, a gente está pensando sobre essa qualidade de crédito estrategicamente. A gente não quer minimizar o NPL isoladamente, a gente quer ver eficiência e, por fim, retorno. Isso significa que, intencionalmente, a gente vai pegar mais riscos de crédito em alguns portfólios e isso vai impulsionar a rentabilidade a cada trimestre. É um trade-off intencional e a gente está fazendo isso com convicção. A gente também vai perceber que essa página está mais cheia de informação do que de costume. A gente aplicou a mesma lente aqui do que da última slide, mostrando o NPL na formação e tudo lado a lado. Isso permite que os investidores vejam as duas coisas claramente durante a transição. E agora, nesse portfólio, tem três histórias. Primeiro, o nosso portfólio excluindo o consignado privado. Aqui, a qualidade de ativos está indo bem, com dinâmicas de ROI fortes, isso permite que a gente continue colocando capital. Segundo, cartão de crédito, performance de NPL, mostra essa escolha deliberada, que é um segmento seguro. ainda tem um macro ambiente desafiador, mas aqui o principal é, as receitas estão crescendo mais rápido do que as provisões aqui, e é essa métrica que importa para a gente, está movendo na direção certa com disciplina com essa abordagem nichada, e a gente espera que a performance de INPL melhore nos próximos trimestres. Vou falar sobre o consignado privado aqui na próxima página. O NPL mostra que é o principal contribuidor do movimento NPL, que traz mais de metade do crescimento anual. A gente vai falar que a inadimplência está mais alta por mais tempo do que a gente esperava, não porque o produto se deteriorou, mas porque, operacionalmente, isso está levando mais tempo. A gente está trabalhando nisso ativamente e a solução vai vir e melhoras são esperadas esse mês, como o Shandi falou. O que mantém a nossa convicção intacta é que o ROI de consignado privado continua cerca de 30%. Então, isso é atraente para os nossos clientes e para a gente e está de acordo com a abordagem do Inter. Quando você olha para cartões de crédito e consignado privado juntos, tem retornos fortes. ROE tem retornos ainda antes do consignado privado. Isso é execução intencional e tudo continua forte conforme os resultados chegam. Agora chegando depósitos, a nossa base com R$ 77,2 bilhões, esse crescimento reflete a nossa principal plataforma e tem uma história importante. No parque transacional, esse crescimento de 17% nesse trimestre, são diretos resultados com relação aos depósitos de maior tempo. Isso reflete a base no ambiente de juros altos. A gente está atraindo captação e fazendo isso de maneira eficiente. Por fim, e mais importante, por clientes ativos, essa captação cresceu 6% anualmente. E é aqui que o funding realmente brilha. O custo chegou em um dos mais baixos, mais estáveis da indústria. E eu quero enfatizar a palavra estável. As taxas variaram muito e os nossos mudaram muito pouco. Isso vem da nossa base de depósito, de captação. São clientes que têm o Inter como banco principal, como o Xande falou. Então, a gente tem custo de funding mais baixo e significa que a gente é mais competitivo, protege o NIM através do ciclo e cuida dos riscos. É uma das nossas principais vantagens competitivas e uma que é das mais difíceis de se alcançar. Agora, falando sobre despesas, três fatores. Primeiro, pessoal. A gente tem cerca de mil funcionários, que é o mesmo número que a gente tinha quatro anos atrás, quando a gente anunciou o plano 60-30-30. O custo cresceu 18% e o principal impulsionador é compartilhamento de lucros. Significa que o time está sendo reconhecido por tudo que está entregando. Segundo, DNA veio mais alto anualmente, refletindo a amortização dos investimentos no nosso super app. Isso vai continuar crescendo conforme a gente lança novos produtos, mas a taxa de intangíveis continua aumentando. Terceiro, a administrativa cresceu 15%, alinhado com a escala, sem proporcionalmente aumentar os custos. Esse é o modelo de negócios fazendo exatamente o que tem que fazer. E é isso que torna tudo isso sustentável. Receita crescendo 32% anualmente e as despesas 19%. Essa diferença é o que leva a gente para essa taxa. Quando a gente olha para esse índice, quando a gente lançou o plano 60-30-30, a imagem é clara. Agora, a receita aumentou, os custos ficaram controlados e essa diferença continua aumentando. E é esse modelo de escala sem custo de crescimento, conforme a gente ganha clientes. O índice de eficiência, 31% mais ou menos nesse trimestre, e isso é disciplina combinado com as dinâmicas de escalabilidade que a gente tem e a gente vai continuar sendo mais eficiente e tendo receita nem crescimento a longo prazo. Tudo isso está indo na mesma direção. E essa é a imagem financeira do Inter nesse trimestre. E tudo o que a gente mencionou está junto nessa página. O Nerim chegou aqui num recorde e o Roy também. Mas o número do trimestre sozinho não conta a história inteira. A gente precisa olhar para a trajetória desse gráfico. São 13 trimestres de crescimento líquido. Então, a gente tem receita e tudo roi indo na mesma direção. Não é uma história de um trimestre, é uma sequência. E aqui, isso está alinhado com a tradição dos bancos mais tradicionais do Brasil. Uma plataforma crescendo a mais de 30% comparada com instituições que estão aí há décadas. Tudo que a gente fez, essa disciplina, gerenciamento de risco, tudo isso está refletido aqui. Então, esse crescimento e rentabilidade crescendo juntos. E eu gostaria de encerrar com o capital. Pela primeira vez, nosso negócio está gerando mais capital do que ele consome para financiar seu próprio crescimento nos empréstimos. E isso está crescendo, a gente financia nosso próprio crescimento com rentabilidade. Além disso, a gente tem 1,3 bilhões de capital de excesso que está lá para quando a gente precisar. Quando a gente contabiliza isso, tem 19,3%, uma posição de muita força. E agora eu vou passar para a Rafa para levar para as perguntas e respostas. Obrigado. Agora a gente vai começar a sessão Q&A. A primeira pergunta é do Eduardo Rosman. Por favor. Oi, pessoal. Parabéns pelos números. Obrigado pela oportunidade. Eu gostaria só de perguntar sobre o NIM e qualidade de ativos, eu acho que o Santiago explicou bem, eu não sei os três principais impulsionadores, a gente vai continuar vendo melhorias, mas nesse trimestre especificamente o NIM estava meio forte demais. Então, eu queria entender a magnitude desses três impulsionadores principais para tentar entender se a gente deveria presumir que o NIM vai continuar melhorando no terceiro trimestre ou se talvez deve ser ajustado e depois continuar subindo nos próximos trimestres. E também sobre qualidade de ativos. Eu acho que teve uma mudança. Eu acho que isso importa mais para as provisões do que NPL. Quais são as expectativas para os próximos trimestres? Eu sei que vocês estão assumindo mais riscos e que isso é parte do plano, mas eu queria entender as tendências para ajuste de risco, como a gente deveria pensar sobre isso nos próximos trimestres. É isso. Obrigada. Bom dia, Rosman. Então, começando com o Nim, eu vou voltar aqui num trimestre. Quando a gente falou, quando a gente explicou a performance no primeiro trimestre, que tem essa diferença dinâmica em curso de 30 milhões de reais ou inflação batendo ali nesse trimestre, Mas isso teria um efeito seguindo para o segundo trimestre, que é o que a gente está vendo agora, com 10,1%. Então, o NIM anterior foi um pouco mais baixo do que deveria ter sido. Então, isso está ali como consequência da inflação. Então, eu vou passar por isso, mas a gente tem aproximadamente R$ 11 bilhões de inflação, essa exposição a isso, e a gente tem R$ 6 bilhões de hedge. E isso leva a uma exposição líquida de mais ou menos R$ 5 bilhões. Com isso, a gente tem R$ 30 milhões, que são receita mais baixa no trimestre anterior, que estão batendo de maneira positiva agora nesse. Levando isso em conta, você deveria ajustar 15 pontos de base nesse trimestre mais baixo e 15 no anterior a mais. Então, a performance vai ser refletida se a inflação fosse constante ao longo do tempo, mas eu gostaria de sublinhar que se a gente olha para a curva a longo prazo do NIM, Isso está bastante estável, bastante previsível, apesar da inflação, com números muito altos ao longo do ano e com esse movimento no CDI. Então, a gente conseguiu garantir isso. Então, tem uma volatilidade, mas a gente consegue manter bastante previsibilidade nessa primeira metade do ano. E com relação ao anual, a gente espera um aumento de 40 pontos de base no NIM anual, comparando com o anterior, considerando a origem de tudo isso. E sobre a qualidade de ativos, a gente está feliz com a performance. A gente esperava o número que a gente falou, os três impulsionadores, dois eram internos. e o consignado privado, e o cartão de crédito, e o externo, que a gente tem a sazonalidade e alta taxa de juros. Com relação a esse consignado, é um produto que está encaixado muito bem com o Inter by Design, e o cartão de crédito também está em ser do nosso produto interno, que a gente está monetizando ainda mais, 64% de aumento no último mês. E isso vem também com mais inadimplência, mas isso tudo vai caminhar junto, como a gente falou. Então, a evolução dessa curva de inadimplência vai depender nessa mistura. mas a orientação que a gente deu da última vez foi o custo de risco mais ou menos 6%, a gente continua achando que é por aí nesse trimestre e para o resto do ano não tem mudanças para o aspecto do NIM e também em qualidade de ativos. Ok, muito obrigado, Santiago. Nossa próxima pergunta é do Henrique Navarro, por favor. Navarro, seu microfone está aberto. Nossa próxima pergunta é do Mário Pierre, por favor. Bom dia, obrigado por aceitar minha pergunta, parabéns pelos resultados. Eu gostaria de perguntar uma pergunta mais geral sobre essas tendências de qualidade no Brasil. Você vai continuar aumentando o portfólio de empréstimos rapidamente, mais ou menos 30%, E você está vendo maior risco, mas também está compensando com maior receita. No entanto, tem uma percepção de que famílias no Brasil estão... Que as taxas de serviço estão muito altas e que tem um ambiente incerto na segunda parte do ano com eleições. E tem uma percepção de que o ano que vem o custo fiscal no Brasil vai ter que diminuir. porque o governo está sendo muito populista esse ano. Então, se você puder discutir como você vê o ambiente operacional no Brasil, preocupações chaves que você tem com relação ao caminho daqui para frente, agradeço. Mário, João Vitor falando aqui, obrigado pela pergunta. Vou pegar essa. Com o IPO da empresa aqui de 2013, já faz 18 anos mais ou menos, os analistas e investidores estão seguindo o Inter e a gente sempre teve muito cuidado ao abordar risco de crédito e coisas do tipo. E com isso dito, a gente tem agora uma margem boa que está ajudando o Inter, que é uma coisa fácil. A gente ainda é um portfólio de empréstimos pequeno, com muitos clientes, um ótimo custo de captação e um canal de distribuição muito bom. E suposto, como o Santi falou, a gente vai ajustar tudo de acordo com as necessidades. Então, a gente tem um ciclo bom de crédito, talvez a gente reduza num ciclo ruim para manter a relevância. E quando a gente vê na página que a gente mostrou as oportunidades de crescimento de 2,7 trilhões de reais e o 1,3 reais na esquerda e 2,6 na direita, como a gente falou, a gente tem as ferramentas para tratar todos esses três mercados, Mas com a pressão de inflação nas famílias e as eleições, a gente ainda assim pode crescer a mais ou menos 30% anualmente, talvez pelos próximos anos, com a abordagem correta de ganhos por riscos. A gente precisa de gerenciar os riscos, a gente tem as ferramentas para isso, a gente tem feito isso cuidadosamente, mas também somos um portfólio pequeno, uma plataforma pequena e a gente pode continuar crescendo sem colocar o balanço em risco. Então, essa é a visão geral aqui do meu lado de como a performance do Inter vai ser no ciclo atual. E quando a gente pensa médio e longo prazo, a gente tem também muitas ferramentas para continuar com esse momentum. E, de novo, os canais de distribuição, a nossa eficácia. É uma oportunidade muito boa para o Inter continuar aumentando o portfólio de empréstimos com segurança. Essa é a visão para os negócios com relação aos ganhos pelos riscos. Foi muito claro, João. Obrigado. Eu também vou perguntar uma segunda coisa. Vocês não mencionaram nada sobre o programa de renegociação do Brasil Desenrola. Eu queria saber, teve impacto na sua qualidade, as taxas de qualidade de ativos? Vocês tiveram que renegociar algum empréstimo? Xande vai assumir essa. Obrigado. Oi, Mário, bom dia. Então, o desenrola foi muito melhor do que a gente viu no primeiro desenrola. E o que a gente viu foi, primeiro, renegociações de 100 milhões, então um bom volume que foi impulsionado pelo Desenrola, um impacto geral no PNL de mais ou menos 40 milhões. Eu acho que a gente teria feito isso também de outras formas, usando acerto a coleção da equipe interna, que é muito forte, fazendo muita coisa para controlar a inadimplência. Então, a gente pode dizer que o Desenrola trouxe 18 milhões de IBD, impacto de IBD. Quando a gente olha para a Inundi Plains, a gente tem menos 15 BPs e 15% de aumento no formação de estágio 3. Tem três fatores. Primeiro é, conforme a gente renegocia, a gente também está renegociando créditos que já passaram de 360 dias ou a gente já... Então, a gente traz de volta para o balanço e coloca em estágio 3 e, às vezes, a gente renegocia no desenrola créditos que estão entre 90 e 360. E quando a gente faz isso, a gente coloca em estágio 3 e diminui a proporção. Então, a boa notícia é que esse estágio 3 é muito recuperável, porque ele tem o FGO de novo ali. O João vai falar alguns comentários adicionais. Então, Mário, para voltar para a sua primeira pergunta sobre o mercado, como o Inter vai crescer, Porque uma coisa que é importante de mencionar para trazer uma ideia de quão grande essa oportunidade é, conectando aqui com a página 8, a gente tem 1.3, 2.7 reais ali para o mercado, a gente está mais ou menos na coluna central e a gente está aumentando, ampliando para a esquerda e para a direita do mercado. E uma coisa para levar em consideração, a gente tem a informação pública do Banco Central de exposição de crédito que os nossos clientes têm no sistema. E é interessante, os clientes que têm uma relação principal com a gente, PIX, salário, tudo, e a gente tem menos de 5% de exposição de crédito desses clientes. Então, com os nossos clientes, os clientes que já usam a nossa plataforma e já investem com a gente, fazem Pix com a gente, usam nossos produtos, então a gente consegue penetrar. Então, eu queria traduzir isso em números, mas essa é a grande oportunidade que a gente tem do ponto de vista de crédito e é bom que a gente seja uma plataforma pequena. A gente, do ponto de vista de crédito, a gente é pequeno, de transação a gente é grande, mas então eu vejo isso como ótimas notícias para a gente. Foi muito claro. Obrigado, obrigado, Xande, João. Nossa próxima pergunta é do Tito Labarta, por favor. Bom dia, obrigado por aceitar minha pergunta. Algumas perguntas sobre NII e provisões. Mas você explicou sobre o impacto da inflação e olhando para o financeiro, o salto veio de NFX, de imobiliários, 2,5 a cada... e antes estava menos de 100 milhões o aumento, mas daqui para frente a gente ainda consegue fazer o 10 a 20 BIPs, essa expansão por trimestre, a gente deveria considerar isso, esse aumento de receita de mobiliários. Eu sei que tem esse ajuste a cada trimestre, mas pensando nesse trimestre o NIM foi mais alto do que o esperado, provavelmente, como você pensa nessa expansão de NIM trimestral, pensando do que vem de mobiliário e também a taxa de cobertura diminuiu e o NPL aumentou, mas vendo esse macroambiente, como você está pensando sobre essa porcentagem das provisões? Quando a gente pensa sobre esse nível de provisões e cobertura, eu tenho uma preocupação. Obrigada. Tito, vou responder. Começando com a primeira, do NII, a gente fornece no site de Relações Investidoras em um Excel com muito detalhe, o número 6 chamado NII, e você pode ver que a receita de imobiliários, uma delas mesmas e depois a receita dos derivados. E a receita dos derivados que vem do portfólio precisa ser acrescentada para a receita de juros. Então, a gente precisa ter essas taxas de juros de cada produto, A gente associa com cada portfólio de empréstimo para a gente ver a receita de cada portfólio antes do hedge e depois. Então, desse delta, desse trimestre, nos mobiliários a gente tem aproximadamente 130 desses que são dos portfólios em si. Então, você precisa devolver isso para a receita de juros. Então, a gente tem tudo isso no site, no número 6, chamado NI. A sua segunda pergunta sobre provisões, o que você vê na porcentagem de cobertura é um aumento que a gente tem nos últimos trimestres, antecipando a sazonalidade dos produtos de consignado privado. A gente está indo no 130%, conforme a gente cresce os produtos, a gente chegou a 1,36%, mas isso provavelmente foi muito no começo. E conforme vai maturando, isso vai mudando e vai chegando nessa porcentagem de cobertura. Então, isso é o passado. Indo para o futuro, depende da mixagem de empréstimos dos produtos, conforme as coisas vão, existem incertezas com relação à velocidade de tudo isso e a velocidade também de imobiliário. Então, a gente teve um crescimento incrível de imobiliário e era uma boa garantia, e isso é bom para o total. Então, são muitas peças, mas para te dar uma ideia, a gente acha que o número de 130, 135%, pelo menos para os próximos trimestres, é seguro. Ok, isso já é bastante útil. Obrigado. Nossa próxima pergunta é da Niha. Obrigada por aceitar minha pergunta. Por favor, a gente pode falar sobre as mudanças de política que aconteceram, o que levou a isso. Eu entendi que é só para cartão de crédito, mas alguns outros segmentos são impactados. Eu entendo que tem benefícios, mas se você pudesse me explicar um pouco mais sobre isso. Bom dia, Neha. A gente migrou, sim, os direitos de quatro cartões de crédito, especificamente, 360 dias, de acordo com as melhores práticas e nosso comprometimento para estar de acordo com os padrões da indústria. É esse tipo de coisa que a gente quer fazer e a lógica por trás é que os dados mostram que, além de 330 dias, a taxa de recuperação é muito baixa e volta para zero. Então, é mais certeiro o R$ 330,00. Em termos de impactos financeiros, não afeta o custo de risco, mas isso foi com base no R$ 330,00 nesse dia. e no NPL, conforme o produto está ficando menor ali no balanço, então tem esse impacto. Na taxa de NPL geral, né? Sim, correto. Sim, geral. Ok. A outra pergunta é sobre consignado privado. Você disse que eles começaram a fazer essas conexões por si, porque o privado estava demorando mais como a gente deveria pensar sobre o diagnóstico com essas novas concessões sendo feitas eu entendo que isso começou um ou dois meses atrás então por que a gente não começou mais cedo se isso teria melhorado para esse produto se você puder explicar bom dia Niha aqui é o Xande Hoje eu vou falar sobre os consignados privados, é importante falar sobre três dimensões, crescimento, qualidade de crédito e rentabilidade. Você perguntou sobre qualidade de crédito, vou começar por aí. Primeiro ponto é, a gente está operando no ponto mais alto das nossas expectativas em termos de custo de risco para o produto, Mas, apesar disso, a lucratividade é o que a gente espera e está abaixo do que a gente espera. Pensando no 30% margem de ROE e a gente está mudando as alavancas internamente para esses números convergirem. Então, desde o início, a gente estava no ROE marginal um pouco mais alto do que isso, ele diminuiu com a inadimplência, mas é importante todo mundo entender que a gente está gerenciando esse processo para entregar esse ROE marginal de 30%. A gente tem ações muito boas em curso, você mencionou essa reconexão, então isso está sendo feito com disciplina e está ajudando os NPLPLs, mas a gente tem mais coisas vindo, essa revinculação. A gente tem seguro de crédito que vai ser lançado em alguns dias e a gente também está implementando algumas ferramentas que tornariam algumas negociações mais fáceis com clientes e para escalar, isso é particularmente bom para clientes que têm um novo emprego, mas esse emprego tem um salário mais baixo. Então, você precisa renegociar nesses casos e também tem políticas de crédito afinando essas políticas que ajudam nesse risco, esse custo de risco. Então, tudo isso ajuda a diminuir o risco de crédito para níveis que estão ali perto dos abaixo de 20. Então, a gente vai ver em termos de qualidade de crédito. Para crescimento, a gente está bem confiante no mercado. A gente está bem confiante de chegar em 200, 300. Em um curto prazo, a gente acha que vai chegar nisso. A gente também acredita que vai continuar crescendo conforme o portfólio. A gente está lá 2,5% e existem fatores externos que tornam os volumes, precisam ajustar, tipo taxa de juros, mas a gente vê coisas positivas com relação a taxa de juros. A gente tem taxas de juros muito altas vindas de alguns players e a gente não acredita que isso seja bom para a saúde a longo prazo dos produtos no Brasil. Então, a gente acha que isso é um bom resumo dos produtos. A gente está confiante que a gente está alavancando tudo para continuar crescendo com o portfólio. A gente acha que está tudo muito bem interligado com o que o Inter precisa no futuro. Só para esclarecer algum impacto sobre as porcentagens, e tem o FGTS ali mais alto, os tetos para taxa de juros, primeiro teve dois movimentos. Primeiro, a gente tinha uma mudança muito pequena, porque mudou de algo livre para 4,99% ou 0,9% o teto. Então, a gente teve uma redução de menos de 5%. E isso é uma porcentagem muito pequena dos nossos empréstimos, foi além de 5%. Na segunda parte, a gente teve um movimento mais forte com relação ao volume, mas agora está sendo ajustado. Então, conforme eu mencionei, a gente vai continuar ajustando esse processo para poder melhorar e, quando a gente colocar o seguro de crédito, vai ajudar com a lucratividade e pode permitir a gente melhorar com relação a isso também, a de conceder créditos. Obrigada, muito obrigada Muito obrigada pelas perguntas Para a gente Cuidar do tempo A gente vai passar agora para o encerramento do João Obrigada Obrigado, Rafa Obrigado a todo mundo Que estava aqui com a gente Eu gostaria de compartilhar com vocês Como eu estou feliz e confiante Com relação ao Inter Porque vocês podem ver que a gente Teve os nossos melhores resultados da história Com 13 trimestres consecutivos de crescimento de receita líquida, mas a gente também tem um mercado inteiro, que a gente precisa endereçar receitas de serviços, a gente pode trazer ainda muitos clientes para aprofundar as relações com a gente. Segundo, eu gostaria de destacar, e vocês sabem que o Inter tem se aprimorado em UX, UI, tecnologia, plataformas, desde que a gente lançou o primeiro Banco Digital do Brasil em 2016, mas lá atrás a gente ainda estava consumindo capital, a gente não estava aprofundando o crédito no nosso portfólio com os clientes, mas agora, chegando em 2026, a gente conseguiu fazer isso e gerenciar a concessão de créditos e o crédito no nosso balanço, tudo isso é muito importante. A gente tem, tudo isso significa que traz uma operação brilhante bancária. E com tudo isso, melhor de UX, UI e digital, Tudo isso leva a gente para um patamar que consolida e garante um ótimo futuro. Então, muito obrigado a todos. Eu tenho certeza que o melhor ainda está por vir. Muito obrigada, tenha um ótimo dia.